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O nome original de Gaara em Naruto era tão ruim que o editor de Kishimoto proibiu o uso

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O nome original de Gaara em Naruto era tão ruim que o editor de Kishimoto proibiu o uso

É difícil imaginar Gaara, um dos personagens mais populares e complexos de Naruto, sendo chamado de outra forma. No entanto, segundo o próprio Masashi Kishimoto, o ninja da Areia quase recebeu um nome completamente diferente: Kotarou Fuuma. A revelação veio em uma entrevista de 2013 publicada em Naruto Meigen Shū – Kizuna, traduzida por Yagami1211, e mostra como uma simples discordância entre autor e editor acabou definindo a identidade de um dos personagens mais marcantes do anime.

Kotarou Fuuma, o nome rejeitado por todos

Antes de se tornar o temido e, depois, amado Kazekage, Gaara quase foi batizado como Kotarou Fuuma, nome inspirado em um ninja lendário da história japonesa. Kishimoto achava que soava perfeito para um guerreiro do Deserto, mas seu editor discordou completamente da ideia. O autor relembra que o debate durou semanas e que ele insistiu em defender o nome até ser vencido pela teimosia de seu editor.

Durante a discussão, o editor respondeu de forma quase aleatória: “E se o chamarmos de Gaara?” Kishimoto, curioso, perguntou o que o nome significava. O editor explicou que os kanji de Gaara (我愛羅) poderiam ser interpretados como “um Ashura que ama apenas a si mesmo”. Essa definição casava perfeitamente com o tema central do personagem — um garoto solitário, rejeitado e obcecado por sua própria sobrevivência. Convencido, Kishimoto aceitou o nome.

Mais tarde, porém, o editor admitiu que havia se inspirado em um resort de esqui chamado Gaara Yuzawa. Ao descobrir isso, Kishimoto respondeu irritado: “Isso é um absurdo!” Mas já era tarde demais: o nome havia sido eternizado no mangá.

O significado que moldou a jornada de Gaara

O nome original de Gaara em Naruto era tão ruim que o editor de Kishimoto proibiu o uso

Apesar da origem inusitada, o nome Gaara se encaixou perfeitamente em sua história. No início, ele era o símbolo do egoísmo e da destruição, acreditando que o amor era uma fraqueza. Com o tempo, evoluiu para um líder compassivo, disposto a sacrificar tudo para proteger sua vila. Assim, o nome que antes representava o isolamento passou a simbolizar redenção e força interior — algo que “Kotarou Fuuma” jamais conseguiria transmitir.

É curioso pensar que um dos personagens mais emocionais de Naruto surgiu de um acidente criativo entre o autor e seu editor. O nome “Gaara” carrega uma sonoridade misteriosa, um peso simbólico e uma identidade única que o tornaram inesquecível para os fãs.

Os outros nomes improváveis de Naruto

Na mesma entrevista, Kishimoto contou que criar nomes sempre foi um de seus maiores desafios, especialmente durante o Exame Chunin, quando precisou batizar mais de dez novos personagens em uma única semana. Ele revelou que o nome Neji foi inspirado em um parafuso sobre sua mesa, já que o termo japonês significa justamente “rosca” ou “parafuso”.

Outros nomes também nasceram de escolhas diretas e simbólicas: Haku significa “branco”, refletindo sua pureza e aparência; Kiba vem de “presa”, combinando com sua natureza feroz; e Inuzuka pode ser traduzido como “clã dos cães”. Kishimoto admitiu que, às vezes, simplesmente escolhia palavras que soavam legais.

No fim, a troca de “Kotarou Fuuma” por Gaara foi uma das melhores decisões editoriais de toda a série. Ela deu origem a um dos nomes mais icônicos do universo de Naruto, capaz de transmitir solidão, poder e redenção em apenas duas sílabas. E pensar que tudo começou porque um editor teve coragem de dizer: “Esse nome é péssimo.”

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Smoker pode despertar o Haki do Conquistador antes de Sanji em One Piece

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Smoker pode despertar o Haki do Conquistador antes de Sanji em One Piece

A teoria sobre o próximo usuário do Haki do Conquistador em One Piece ganhou força entre os leitores com o retorno recente de Smoker nos capítulos atuais do mangá. Enquanto muitos fãs apostam em Sanji como o próximo personagem a despertar esse tipo raro de Haki, uma análise mais detalhada dos indícios aponta para outro caminho. A construção narrativa de Smoker e suas ações ao longo da obra reforçam a possibilidade de que ele seja o próximo a demonstrar essa habilidade.

O Haki do Conquistador, conhecido por manifestar-se em personagens que impõem sua vontade sem se submeter a ordens, está diretamente relacionado à postura de liderança e rebeldia. Smoker sempre se destacou como um oficial da Marinha que age conforme sua própria noção de justiça. Ele desafiou superiores, recusou méritos indevidos e constantemente atuou de forma independente, o que o coloca ao lado de figuras como Garp e Sengoku, que também demonstraram essa força de vontade inabalável.

Sua atuação no arco de Punk Hazard, enfrentando ameaças como Vergo, Law e Doflamingo, além de quase morrer, revela o tipo de situação extrema que costuma despertar o Haki, segundo as palavras de Rayleigh. A teoria ainda se apoia em sua liderança sobre o G-5, grupo rebelde da Marinha que só respeita Smoker, e em sua recente aparição no arco de Egghead, onde surge de forma destacada com seu “Billower Bike”.

Smoker continua relevante no enredo

A volta de Smoker no capítulo 1117, remando com um contêiner no mar, foi vista por muitos como uma escolha consciente de Oda para preparar seu retorno à trama. Poucos capítulos depois, o mangá trouxe uma capa focada no personagem, o que também reforça a ideia de que o autor quer reacender a presença de Smoker no palco principal.

Outro ponto relevante é a possível ligação de Smoker com os projetos de Vegapunk, incluindo os Serafins. Caso o vice-almirante tenha treinado ou enfrentado essas criaturas híbridas, as batalhas intensas e tecnológicas envolvidas poderiam servir como gatilho para o despertar do Haki.

Se confirmado, o Haki do Conquistador em Smoker traria uma nova camada de complexidade à narrativa de One Piece, apresentando um membro da Marinha com o mesmo tipo de força espiritual que figuras lendárias dos piratas. Isso também aumentaria o peso de Smoker nos confrontos finais da obra, sem que ele precise se igualar a Luffy em estilo ou ideologia.

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Koichi desperta completamente sua individualidade em My Hero Academia Vigilantes? Entenda o que esperar da 2ª temporada

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Koichi desperta completamente sua individualidade em My Hero Academia Vigilantes? Entenda o que esperar da 2ª temporada

A 2ª temporada de My Hero Academia Vigilantes estreia em janeiro de 2026, trazendo o desenvolvimento de Koichi Haimawari como o grande foco, mas sem mostrar ainda o auge de sua evolução. A série se diferencia por destacar heróis fora do sistema tradicional, e Koichi, com sua habilidade despretensiosa chamada Deslizar, é o exemplo mais claro disso. Embora ele seja subestimado no início, o anime já insinua desde os primeiros episódios que há algo maior dentro dele.

A transformação completa de Koichi em um herói capaz de voar, repelir ataques e criar escudos ainda está distante, prevista para ser adaptada apenas na provável terceira temporada. Na fase atual da história, o espectador verá o protagonista no estágio intermediário, dominando novas técnicas e reagindo a ameaças inesperadas com criatividade. Ele passa a utilizar movimentos inéditos como o Disparo-Explosivo, além de demonstrar reflexos apurados e até levitação em momentos críticos.

Evolução da individualidade de Koichi na nova temporada

Os episódios da nova fase vão mostrar o impacto do treinamento com heróis veteranos e os combates contra vilões que forçam Koichi a explorar os limites de seu poder. A habilidade de aderir a paredes e se mover no ar já se torna mais evidente, mas o destaque será o uso estratégico do que ele já possui, e não necessariamente o desbloqueio de novos poderes.

Essa temporada também vai aprofundar as conexões com a história principal, com destaque para o passado de Aizawa, criando paralelos entre os dois protagonistas. O enredo reforça que o crescimento de Koichi está mais ligado ao seu senso de justiça do que à busca por poder.

No arco do Cerco a Naruhata, que deve ser adaptado apenas futuramente, Koichi atinge seu verdadeiro ápice. Ele aprende a voar de forma contínua, repele ataques com o corpo todo e ergue barreiras protetoras. Até lá, o anime constrói esse avanço com lógica e consistência, sem apressar a narrativa.

Em resumo, a segunda temporada de My Hero Academia Vigilantes se concentra em apresentar ameaças inéditas e consolidar a evolução tática e emocional de Koichi, preparando terreno para o despertar completo de sua individualidade em fases futuras da adaptação.

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Jujutsu Kaisen – Terceira temporada ganha vídeo explicativo sobre as regras do Jogo do Exterminio

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Jujutsu Kaisen - Terceira temporada ganha vídeo explicativo sobre as regras do Jogo do Exterminio

A terceira temporada de Jujutsu Kaisen entrou oficialmente no arco do Culling Game, e a Crunchyroll divulgou um novo vídeo especial para explicar melhor as complexas regras do torneio criado por Gege Akutami. A nova fase do anime inicia o caminho rumo ao clímax da obra, com Yuji Itadori e os demais feiticeiros enfrentando novos inimigos e aliados em batalhas mortais.

Vídeo detalha o funcionamento do Jogo do Exterminio

Embora o início do arco tenha sido marcado pelo retorno de Yuta Okkotsu em uma estreia com episódios duplos e combates intensos, o segundo episódio freou o ritmo ao apresentar uma longa exposição sobre o funcionamento do Culling Game. A reunião com Tengen revelou que o torneio é parte do plano de Kenjaku, anteriormente conhecido como Noritoshi Kamo, que visa acumular energia amaldiçoada ativando habilidades latentes em humanos comuns.

As regras do Culling Game envolvem muito mais do que apenas derrotar oponentes. Os participantes precisam acumular pontos em áreas específicas e usá-los para alterar as regras do torneio, numa tentativa de encontrar uma saída. Como a complexidade do sistema pode confundir o público, a Crunchyroll lançou um vídeo que resume as regras em poucos minutos, facilitando o entendimento para quem acompanha a história apenas pelo anime.

Próximos passos do Culling Game no anime

Apesar da estrutura do torneio ser considerada por muitos como a parte menos interessante do arco, o anime pode aproveitar a oportunidade para adaptar melhor certos elementos que ficaram vagos no mangá. A grande quantidade de novos personagens e suas habilidades únicas promete elevar o nível das batalhas, com cenas que devem explorar ainda mais o potencial de animação da série.

Além disso, o foco do arco se desloca do excesso de diálogos explicativos para confrontos intensos, o que tende a agradar os fãs. Com os fundamentos do Culling Game já estabelecidos, os próximos episódios devem priorizar a ação, com embates criativos e exibições de poderes imprevisíveis que marcaram a identidade visual e narrativa de Jujutsu Kaisen.

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