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Todos os vilões de Gachiakuta, ranqueados
O mangá Gachiakuta se destacou no cenário dos shonen recentes ao criar um sistema de poder único, transformando o “lixo” em armas e habilidades versáteis. Isso também abriu espaço para vilões memoráveis, cada um com Instrumentos Vitais (Jinki) que os tornam formidáveis.
Enquanto os protagonistas conquistam os fãs pela originalidade, os antagonistas chamam a atenção por sua força, crueldade e estilos de luta únicos. A seguir, listamos os 10 maiores vilões de Gachiakuta, classificados do menos ao mais poderoso.
Vilões de Gachiakuta do menos ao mais poderoso
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10. Gil – Jinki: Gilmero (Capítulo 139)

Gil é marcada pela velocidade. Em combate, é praticamente impossível acompanhá-la. Com seu bastão de beisebol, transforma objetos esféricos em “bolas quebradoras” que perseguem o alvo até atingi-lo, tornando cada ataque um risco letal.
9. Felix – Jinki: Carta (Capítulo 139)

Leal a Mymo, Felix não fica atrás em poder. Seu Jinki cria escudos a partir de cartas de amor ou lembranças especiais, e quanto mais significativa a mensagem, mais indestrutível se torna sua defesa. Atacá-lo diretamente é quase impossível.
8. Noerde Hew Amozo – Jinki: Pente (Capítulo 47)

Todos os vilões de Gachiakuta, ranqueados
Ex-Raider e guerreira da tribo Sileia, Noerde usava um pente de plástico para eletrificar os cabelos e transformá-los em armas. Embora sua técnica tivesse limite de tempo, o ataque final com uma descarga elétrica devastadora a tornava extremamente perigosa.
7. Cthoni Andor – Jinki: Tampão de bueiro (Capítulo 21)

Discreta, mas mortal, Cthoni pode se teletransportar até o inimigo e golpear de surpresa com sua habilidade de manipulação espacial. Sua imprevisibilidade a torna uma adversária difícil de enfrentar.
6. Momoa Rukel – Jinki: Fone de ouvido (Capítulo 91)

Todos os vilões de Gachiakuta, ranqueados
Pequena e silenciosa, Momoa consegue ouvir as memórias de quem toca. Isso lhe dá vantagem psicológica para explorar fraquezas e manipular o adversário. Em batalhas estratégicas, é quase imbatível.
5. Jabber Wonger – Jinki: Mankira (Capítulo 14)

Jabber vive pelo caos. Um sádico que aprecia a luta mais do que a vitória, não hesita em se ferir apenas pelo prazer da batalha. Seu estilo brutal e aparência intimidadora fazem dele uma presença perturbadora em qualquer cena.
4. Mymo – Jinki: Elenhos (Capítulo 47)

Por trás de sua postura manipuladora, Mymo possui um poder assustador: ao consumir o sangue de alguém, pode controlá-lo. Essa habilidade faz dele um vilão capaz de dominar batalhas sem precisar sujar as mãos diretamente.
3. Bundus Begalkeit – Jinki: Mãos (Capítulo 47)

Apesar de sua aparência tranquila, Bundus revela-se um estrategista implacável em combate. Seu braço protético possui seis “Mãos”, cada uma com habilidades distintas. Sua resistência e frieza tornam-no um inimigo quase impossível de derrubar.
2. Zodyl Typhon – Jinki: Casaco Mishra (Capítulo 24)

Todos os vilões de Gachiakuta, ranqueados
Líder dos Raiders, Zodyl é calculista e extremamente poderoso. Seu Jinki muda de forma conforme o que ele consome, podendo até gerar asas negras que lhe permitem voar. Como antagonista central, está entre os maiores perigos já apresentados na obra.
1. Tamsy Caines – Jinki: Tokushin e Livro Vigia (Capítulo 1)

O vilão mais enigmático até agora. Originalmente apresentado como um Cleaner, Tamsy revelou-se um dos personagens mais ameaçadores. Ele pode transitar entre a Ground e a Sphere, criar clones e manipular memórias com o Livro Vigia. Seu poder ainda não foi totalmente explorado, o que o torna ainda mais assustador.
Até o momento, esses são os vilões mais poderosos de Gachiakuta, cada um trazendo um estilo único e ampliando as possibilidades do universo criado por Kei Urana. Como o mangá ainda está em andamento, é possível que novos antagonistas ainda mais fortes surjam, mas por enquanto Tamsy Caines reina no topo da lista.
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Smoker pode despertar o Haki do Conquistador antes de Sanji em One Piece
A teoria sobre o próximo usuário do Haki do Conquistador em One Piece ganhou força entre os leitores com o retorno recente de Smoker nos capítulos atuais do mangá. Enquanto muitos fãs apostam em Sanji como o próximo personagem a despertar esse tipo raro de Haki, uma análise mais detalhada dos indícios aponta para outro caminho. A construção narrativa de Smoker e suas ações ao longo da obra reforçam a possibilidade de que ele seja o próximo a demonstrar essa habilidade.
O Haki do Conquistador, conhecido por manifestar-se em personagens que impõem sua vontade sem se submeter a ordens, está diretamente relacionado à postura de liderança e rebeldia. Smoker sempre se destacou como um oficial da Marinha que age conforme sua própria noção de justiça. Ele desafiou superiores, recusou méritos indevidos e constantemente atuou de forma independente, o que o coloca ao lado de figuras como Garp e Sengoku, que também demonstraram essa força de vontade inabalável.
Sua atuação no arco de Punk Hazard, enfrentando ameaças como Vergo, Law e Doflamingo, além de quase morrer, revela o tipo de situação extrema que costuma despertar o Haki, segundo as palavras de Rayleigh. A teoria ainda se apoia em sua liderança sobre o G-5, grupo rebelde da Marinha que só respeita Smoker, e em sua recente aparição no arco de Egghead, onde surge de forma destacada com seu “Billower Bike”.
Smoker continua relevante no enredo

A volta de Smoker no capítulo 1117, remando com um contêiner no mar, foi vista por muitos como uma escolha consciente de Oda para preparar seu retorno à trama. Poucos capítulos depois, o mangá trouxe uma capa focada no personagem, o que também reforça a ideia de que o autor quer reacender a presença de Smoker no palco principal.
Outro ponto relevante é a possível ligação de Smoker com os projetos de Vegapunk, incluindo os Serafins. Caso o vice-almirante tenha treinado ou enfrentado essas criaturas híbridas, as batalhas intensas e tecnológicas envolvidas poderiam servir como gatilho para o despertar do Haki.
Se confirmado, o Haki do Conquistador em Smoker traria uma nova camada de complexidade à narrativa de One Piece, apresentando um membro da Marinha com o mesmo tipo de força espiritual que figuras lendárias dos piratas. Isso também aumentaria o peso de Smoker nos confrontos finais da obra, sem que ele precise se igualar a Luffy em estilo ou ideologia.
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Koichi desperta completamente sua individualidade em My Hero Academia Vigilantes? Entenda o que esperar da 2ª temporada
A 2ª temporada de My Hero Academia Vigilantes estreia em janeiro de 2026, trazendo o desenvolvimento de Koichi Haimawari como o grande foco, mas sem mostrar ainda o auge de sua evolução. A série se diferencia por destacar heróis fora do sistema tradicional, e Koichi, com sua habilidade despretensiosa chamada Deslizar, é o exemplo mais claro disso. Embora ele seja subestimado no início, o anime já insinua desde os primeiros episódios que há algo maior dentro dele.
A transformação completa de Koichi em um herói capaz de voar, repelir ataques e criar escudos ainda está distante, prevista para ser adaptada apenas na provável terceira temporada. Na fase atual da história, o espectador verá o protagonista no estágio intermediário, dominando novas técnicas e reagindo a ameaças inesperadas com criatividade. Ele passa a utilizar movimentos inéditos como o Disparo-Explosivo, além de demonstrar reflexos apurados e até levitação em momentos críticos.
Evolução da individualidade de Koichi na nova temporada

Os episódios da nova fase vão mostrar o impacto do treinamento com heróis veteranos e os combates contra vilões que forçam Koichi a explorar os limites de seu poder. A habilidade de aderir a paredes e se mover no ar já se torna mais evidente, mas o destaque será o uso estratégico do que ele já possui, e não necessariamente o desbloqueio de novos poderes.
Essa temporada também vai aprofundar as conexões com a história principal, com destaque para o passado de Aizawa, criando paralelos entre os dois protagonistas. O enredo reforça que o crescimento de Koichi está mais ligado ao seu senso de justiça do que à busca por poder.
No arco do Cerco a Naruhata, que deve ser adaptado apenas futuramente, Koichi atinge seu verdadeiro ápice. Ele aprende a voar de forma contínua, repele ataques com o corpo todo e ergue barreiras protetoras. Até lá, o anime constrói esse avanço com lógica e consistência, sem apressar a narrativa.
Em resumo, a segunda temporada de My Hero Academia Vigilantes se concentra em apresentar ameaças inéditas e consolidar a evolução tática e emocional de Koichi, preparando terreno para o despertar completo de sua individualidade em fases futuras da adaptação.
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Jujutsu Kaisen – Terceira temporada ganha vídeo explicativo sobre as regras do Jogo do Exterminio
A terceira temporada de Jujutsu Kaisen entrou oficialmente no arco do Culling Game, e a Crunchyroll divulgou um novo vídeo especial para explicar melhor as complexas regras do torneio criado por Gege Akutami. A nova fase do anime inicia o caminho rumo ao clímax da obra, com Yuji Itadori e os demais feiticeiros enfrentando novos inimigos e aliados em batalhas mortais.
Vídeo detalha o funcionamento do Jogo do Exterminio
Embora o início do arco tenha sido marcado pelo retorno de Yuta Okkotsu em uma estreia com episódios duplos e combates intensos, o segundo episódio freou o ritmo ao apresentar uma longa exposição sobre o funcionamento do Culling Game. A reunião com Tengen revelou que o torneio é parte do plano de Kenjaku, anteriormente conhecido como Noritoshi Kamo, que visa acumular energia amaldiçoada ativando habilidades latentes em humanos comuns.
As regras do Culling Game envolvem muito mais do que apenas derrotar oponentes. Os participantes precisam acumular pontos em áreas específicas e usá-los para alterar as regras do torneio, numa tentativa de encontrar uma saída. Como a complexidade do sistema pode confundir o público, a Crunchyroll lançou um vídeo que resume as regras em poucos minutos, facilitando o entendimento para quem acompanha a história apenas pelo anime.
Próximos passos do Culling Game no anime
Apesar da estrutura do torneio ser considerada por muitos como a parte menos interessante do arco, o anime pode aproveitar a oportunidade para adaptar melhor certos elementos que ficaram vagos no mangá. A grande quantidade de novos personagens e suas habilidades únicas promete elevar o nível das batalhas, com cenas que devem explorar ainda mais o potencial de animação da série.
Além disso, o foco do arco se desloca do excesso de diálogos explicativos para confrontos intensos, o que tende a agradar os fãs. Com os fundamentos do Culling Game já estabelecidos, os próximos episódios devem priorizar a ação, com embates criativos e exibições de poderes imprevisíveis que marcaram a identidade visual e narrativa de Jujutsu Kaisen.
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