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One Piece: o próximo oponente de Luffy antes de Imu é óbvio e pode torná-lo o pirata mais forte do mundo
Durante quase 30 anos, Luffy enfrentou alguns dos inimigos mais poderosos de One Piece. De Crocodile a Doflamingo, cada luta serviu como uma lição, levando o protagonista a evoluir constantemente em força e técnica. Agora, com Imu se tornando a maior ameaça da história, o próximo oponente de Luffy precisa ser alguém capaz de levá-lo ao limite — alguém que o prepare para o confronto final.
E o nome mais provável é Shanks, o Ruivo, seu mentor e um dos Yonkou, os Quatro Imperadores do Mar.
Por que Luffy precisa enfrentar Shanks antes de Imu
Os capítulos recentes do arco de Elbaf mostraram o quão assustador é o poder de Imu. Ele possui técnicas misteriosas, como o Domi Reversi, que transforma pessoas em demônios, além da capacidade de possuir corpos de seus subordinados dentro do Governo Mundial e dos Cavaleiros Sagrados. Mesmo com o Gear 5, é difícil imaginar Luffy derrotando um inimigo dessa magnitude.
Para enfrentá-lo, Luffy precisa de um aumento massivo de poder, e esse salto virá do Haki do Conquistador. Foi mostrado que muitos dos ataques de Imu podem ser resistidos — ou até anulados — por meio de versões avançadas do Conqueror’s Haki.
É aí que entra Shanks. Entre todos os personagens da atual linha do tempo, ele é o maior mestre do Haki do Conquistador, sendo capaz de intimidar e derrubar inimigos à distância apenas com sua presença. O próprio Eiichiro Oda já insinuou que o Haki de Shanks pode rivalizar até com o de Joy Boy.
Enfrentá-lo seria o teste definitivo para Luffy: uma batalha que o forçaria a dominar seu Haki em um nível nunca antes visto, tornando-o capaz de enfrentar Imu de igual para igual.
As técnicas de Haki que Luffy ainda precisa dominar

Mesmo após o arco de Wano, Luffy ainda não explorou todo o potencial do Haki do Conquistador. Existem várias técnicas avançadas que foram mencionadas, mas poucas confirmadas oficialmente. Segundo as discussões mais recentes entre fãs e analistas da obra, essas habilidades incluem:
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Negar a regeneração de imortais: uma técnica lendária que teria sido usada por Gaban, capaz de anular o poder de seres que não podem morrer.
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Anulação de ataques de Haki avançado: uma forma superior de defesa e contra-ataque revelada nos capítulos mais recentes do mangá.
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Projeção de Haki: demonstrada por Shanks ao repelir Ryokugyu durante o arco de Wano, criando uma onda de energia à distância.
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Selamento de Haki: uma habilidade rara e ainda pouco compreendida, capaz de impedir o adversário de usar seu próprio poder espiritual.
Essas técnicas não apenas ampliam o poder ofensivo de quem as domina, mas também transformam o usuário em uma ameaça incomparável no campo de batalha — algo que Luffy precisará se quiser enfrentar um ser praticamente divino como Imu.
O confronto inevitável entre mestre e discípulo
O duelo entre Shanks e Luffy seria muito mais do que uma simples luta: seria um rito de passagem. Assim como Luffy superou seus antigos mestres — como Rayleigh e Katakuri —, ele agora precisaria ultrapassar aquele que inspirou sua jornada pirata.
Além disso, essa batalha traria um simbolismo profundo: o encontro entre o passado e o futuro da Era dos Piratas. De um lado, Shanks representa o legado herdado de Roger; do outro, Luffy é o símbolo da nova geração e do espírito de liberdade de Joy Boy.
Quando esse confronto finalmente acontecer, não será apenas uma luta entre amigos — será o momento que definirá o pirata mais forte vivo.
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Smoker pode despertar o Haki do Conquistador antes de Sanji em One Piece
A teoria sobre o próximo usuário do Haki do Conquistador em One Piece ganhou força entre os leitores com o retorno recente de Smoker nos capítulos atuais do mangá. Enquanto muitos fãs apostam em Sanji como o próximo personagem a despertar esse tipo raro de Haki, uma análise mais detalhada dos indícios aponta para outro caminho. A construção narrativa de Smoker e suas ações ao longo da obra reforçam a possibilidade de que ele seja o próximo a demonstrar essa habilidade.
O Haki do Conquistador, conhecido por manifestar-se em personagens que impõem sua vontade sem se submeter a ordens, está diretamente relacionado à postura de liderança e rebeldia. Smoker sempre se destacou como um oficial da Marinha que age conforme sua própria noção de justiça. Ele desafiou superiores, recusou méritos indevidos e constantemente atuou de forma independente, o que o coloca ao lado de figuras como Garp e Sengoku, que também demonstraram essa força de vontade inabalável.
Sua atuação no arco de Punk Hazard, enfrentando ameaças como Vergo, Law e Doflamingo, além de quase morrer, revela o tipo de situação extrema que costuma despertar o Haki, segundo as palavras de Rayleigh. A teoria ainda se apoia em sua liderança sobre o G-5, grupo rebelde da Marinha que só respeita Smoker, e em sua recente aparição no arco de Egghead, onde surge de forma destacada com seu “Billower Bike”.
Smoker continua relevante no enredo

A volta de Smoker no capítulo 1117, remando com um contêiner no mar, foi vista por muitos como uma escolha consciente de Oda para preparar seu retorno à trama. Poucos capítulos depois, o mangá trouxe uma capa focada no personagem, o que também reforça a ideia de que o autor quer reacender a presença de Smoker no palco principal.
Outro ponto relevante é a possível ligação de Smoker com os projetos de Vegapunk, incluindo os Serafins. Caso o vice-almirante tenha treinado ou enfrentado essas criaturas híbridas, as batalhas intensas e tecnológicas envolvidas poderiam servir como gatilho para o despertar do Haki.
Se confirmado, o Haki do Conquistador em Smoker traria uma nova camada de complexidade à narrativa de One Piece, apresentando um membro da Marinha com o mesmo tipo de força espiritual que figuras lendárias dos piratas. Isso também aumentaria o peso de Smoker nos confrontos finais da obra, sem que ele precise se igualar a Luffy em estilo ou ideologia.
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Koichi desperta completamente sua individualidade em My Hero Academia Vigilantes? Entenda o que esperar da 2ª temporada
A 2ª temporada de My Hero Academia Vigilantes estreia em janeiro de 2026, trazendo o desenvolvimento de Koichi Haimawari como o grande foco, mas sem mostrar ainda o auge de sua evolução. A série se diferencia por destacar heróis fora do sistema tradicional, e Koichi, com sua habilidade despretensiosa chamada Deslizar, é o exemplo mais claro disso. Embora ele seja subestimado no início, o anime já insinua desde os primeiros episódios que há algo maior dentro dele.
A transformação completa de Koichi em um herói capaz de voar, repelir ataques e criar escudos ainda está distante, prevista para ser adaptada apenas na provável terceira temporada. Na fase atual da história, o espectador verá o protagonista no estágio intermediário, dominando novas técnicas e reagindo a ameaças inesperadas com criatividade. Ele passa a utilizar movimentos inéditos como o Disparo-Explosivo, além de demonstrar reflexos apurados e até levitação em momentos críticos.
Evolução da individualidade de Koichi na nova temporada

Os episódios da nova fase vão mostrar o impacto do treinamento com heróis veteranos e os combates contra vilões que forçam Koichi a explorar os limites de seu poder. A habilidade de aderir a paredes e se mover no ar já se torna mais evidente, mas o destaque será o uso estratégico do que ele já possui, e não necessariamente o desbloqueio de novos poderes.
Essa temporada também vai aprofundar as conexões com a história principal, com destaque para o passado de Aizawa, criando paralelos entre os dois protagonistas. O enredo reforça que o crescimento de Koichi está mais ligado ao seu senso de justiça do que à busca por poder.
No arco do Cerco a Naruhata, que deve ser adaptado apenas futuramente, Koichi atinge seu verdadeiro ápice. Ele aprende a voar de forma contínua, repele ataques com o corpo todo e ergue barreiras protetoras. Até lá, o anime constrói esse avanço com lógica e consistência, sem apressar a narrativa.
Em resumo, a segunda temporada de My Hero Academia Vigilantes se concentra em apresentar ameaças inéditas e consolidar a evolução tática e emocional de Koichi, preparando terreno para o despertar completo de sua individualidade em fases futuras da adaptação.
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Jujutsu Kaisen – Terceira temporada ganha vídeo explicativo sobre as regras do Jogo do Exterminio
A terceira temporada de Jujutsu Kaisen entrou oficialmente no arco do Culling Game, e a Crunchyroll divulgou um novo vídeo especial para explicar melhor as complexas regras do torneio criado por Gege Akutami. A nova fase do anime inicia o caminho rumo ao clímax da obra, com Yuji Itadori e os demais feiticeiros enfrentando novos inimigos e aliados em batalhas mortais.
Vídeo detalha o funcionamento do Jogo do Exterminio
Embora o início do arco tenha sido marcado pelo retorno de Yuta Okkotsu em uma estreia com episódios duplos e combates intensos, o segundo episódio freou o ritmo ao apresentar uma longa exposição sobre o funcionamento do Culling Game. A reunião com Tengen revelou que o torneio é parte do plano de Kenjaku, anteriormente conhecido como Noritoshi Kamo, que visa acumular energia amaldiçoada ativando habilidades latentes em humanos comuns.
As regras do Culling Game envolvem muito mais do que apenas derrotar oponentes. Os participantes precisam acumular pontos em áreas específicas e usá-los para alterar as regras do torneio, numa tentativa de encontrar uma saída. Como a complexidade do sistema pode confundir o público, a Crunchyroll lançou um vídeo que resume as regras em poucos minutos, facilitando o entendimento para quem acompanha a história apenas pelo anime.
Próximos passos do Culling Game no anime
Apesar da estrutura do torneio ser considerada por muitos como a parte menos interessante do arco, o anime pode aproveitar a oportunidade para adaptar melhor certos elementos que ficaram vagos no mangá. A grande quantidade de novos personagens e suas habilidades únicas promete elevar o nível das batalhas, com cenas que devem explorar ainda mais o potencial de animação da série.
Além disso, o foco do arco se desloca do excesso de diálogos explicativos para confrontos intensos, o que tende a agradar os fãs. Com os fundamentos do Culling Game já estabelecidos, os próximos episódios devem priorizar a ação, com embates criativos e exibições de poderes imprevisíveis que marcaram a identidade visual e narrativa de Jujutsu Kaisen.
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