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Por que o instinto de Toji o torna um monstro em Jujutsu Kaisen
Poucos personagens em Jujutsu Kaisen representam o perigo puro e imprevisível como Toji Fushiguro. Conhecido como o “Assassino de Feiticeiros”, ele construiu sua reputação não através de técnicas herdadas ou energia amaldiçoada, mas sim por algo muito mais instintivo e animal: sua capacidade de sentir, reagir e agir fora das regras que regem o mundo dos jujutsu.
O dom e a maldição da Restrição Celestial
Enquanto todos os feiticeiros dependem da energia amaldiçoada para lutar, Toji nasceu sem absolutamente nenhuma. Esse aparente ponto fraco se transformou em sua maior arma: como resultado da Restrição Celestial, seu corpo foi elevado a níveis sobre-humanos. Seus cinco sentidos foram ampliados a tal ponto que ultrapassaram os de qualquer humano ou feiticeiro comum.
Essa condição o tornou indetectável. Barreiras não o registravam, feiticeiros não conseguiam sentir sua presença e até mesmo os Seis Olhos de Satoru Gojo, considerados uma habilidade quase divina, tiveram dificuldades em rastrear seus movimentos.
Toji não lutava como um feiticeiro — ele caçava como um predador invisível.
O instinto como arma mortal

Por que o instinto de Toji o torna um monstro em Jujutsu Kaisen
No mundo de Jujutsu Kaisen, em que batalhas são travadas seguindo o fluxo da energia amaldiçoada, Toji se movimentava de forma imprevisível, guiado apenas por instinto. Ele lia respirações, movimentos e intenções como um animal selvagem analisa sua presa. Essa vantagem o transformou em um pesadelo para adversários que não conseguiam compreender como lutar contra alguém impossível de detectar.
Grandes batalhas de Toji em Jujutsu Kaisen
Contra Gojo Satoru
Mesmo com os Seis Olhos e a técnica do Infinito, Gojo foi surpreendido e derrotado por Toji. Ele explorou as mínimas brechas, sabendo exatamente quando e onde atacar.
Contra Geto Suguru
Diante da vasta coleção de espíritos amaldiçoados de Geto, Toji não hesitou. Usando apenas seus instintos e sentidos aguçados, reduziu o confronto a uma vitória esmagadora, tratando as invocações de Geto como obstáculos insignificantes.
Contra Dagon (Arco de Shibuya)
Após ser revivido pela Técnica de Sessão de Ogami, Toji não só quebrou o controle imposto sobre ele, como também destruiu Dagon com facilidade. Enquanto Maki, Nanami e Naobito lutavam pela sobrevivência, Toji demonstrou que puro instinto era suficiente para superar até mesmo um espírito amaldiçoado de grau especial.
Essas batalhas comprovam que sua força não vinha apenas de poder físico, mas da leitura perfeita de cada situação.
O instinto que supera a própria morte

Talvez o momento mais assustador envolvendo Toji tenha ocorrido justamente após sua ressurreição. Em vez de permanecer um fantoche controlado pela técnica de Ogami, sua força instintiva rompeu o domínio da feiticeira, devolvendo-lhe a autonomia.
Nesse estado, Toji não era mais um assassino estratégico, mas sim a personificação viva do instinto de combate. Movia-se sem hesitação, arrasando tudo ao seu redor. No entanto, mesmo nesse estado primal, seu instinto foi além da matança: ao perceber que Megumi era seu filho, ele lutou para protegê-lo.
O que torna Toji um monstro em Jujutsu Kaisen não é apenas sua força ou velocidade. É o fato de que seus instintos substituem todas as técnicas, todos os cálculos e toda a energia amaldiçoada que domina o universo da obra.
Ele não precisa de preparações elaboradas para vencer batalhas impossíveis. Ele é, ao mesmo tempo, caçador e fera — um lutador que existe fora das regras e limites do jujutsu.
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Smoker pode despertar o Haki do Conquistador antes de Sanji em One Piece
A teoria sobre o próximo usuário do Haki do Conquistador em One Piece ganhou força entre os leitores com o retorno recente de Smoker nos capítulos atuais do mangá. Enquanto muitos fãs apostam em Sanji como o próximo personagem a despertar esse tipo raro de Haki, uma análise mais detalhada dos indícios aponta para outro caminho. A construção narrativa de Smoker e suas ações ao longo da obra reforçam a possibilidade de que ele seja o próximo a demonstrar essa habilidade.
O Haki do Conquistador, conhecido por manifestar-se em personagens que impõem sua vontade sem se submeter a ordens, está diretamente relacionado à postura de liderança e rebeldia. Smoker sempre se destacou como um oficial da Marinha que age conforme sua própria noção de justiça. Ele desafiou superiores, recusou méritos indevidos e constantemente atuou de forma independente, o que o coloca ao lado de figuras como Garp e Sengoku, que também demonstraram essa força de vontade inabalável.
Sua atuação no arco de Punk Hazard, enfrentando ameaças como Vergo, Law e Doflamingo, além de quase morrer, revela o tipo de situação extrema que costuma despertar o Haki, segundo as palavras de Rayleigh. A teoria ainda se apoia em sua liderança sobre o G-5, grupo rebelde da Marinha que só respeita Smoker, e em sua recente aparição no arco de Egghead, onde surge de forma destacada com seu “Billower Bike”.
Smoker continua relevante no enredo

A volta de Smoker no capítulo 1117, remando com um contêiner no mar, foi vista por muitos como uma escolha consciente de Oda para preparar seu retorno à trama. Poucos capítulos depois, o mangá trouxe uma capa focada no personagem, o que também reforça a ideia de que o autor quer reacender a presença de Smoker no palco principal.
Outro ponto relevante é a possível ligação de Smoker com os projetos de Vegapunk, incluindo os Serafins. Caso o vice-almirante tenha treinado ou enfrentado essas criaturas híbridas, as batalhas intensas e tecnológicas envolvidas poderiam servir como gatilho para o despertar do Haki.
Se confirmado, o Haki do Conquistador em Smoker traria uma nova camada de complexidade à narrativa de One Piece, apresentando um membro da Marinha com o mesmo tipo de força espiritual que figuras lendárias dos piratas. Isso também aumentaria o peso de Smoker nos confrontos finais da obra, sem que ele precise se igualar a Luffy em estilo ou ideologia.
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Koichi desperta completamente sua individualidade em My Hero Academia Vigilantes? Entenda o que esperar da 2ª temporada
A 2ª temporada de My Hero Academia Vigilantes estreia em janeiro de 2026, trazendo o desenvolvimento de Koichi Haimawari como o grande foco, mas sem mostrar ainda o auge de sua evolução. A série se diferencia por destacar heróis fora do sistema tradicional, e Koichi, com sua habilidade despretensiosa chamada Deslizar, é o exemplo mais claro disso. Embora ele seja subestimado no início, o anime já insinua desde os primeiros episódios que há algo maior dentro dele.
A transformação completa de Koichi em um herói capaz de voar, repelir ataques e criar escudos ainda está distante, prevista para ser adaptada apenas na provável terceira temporada. Na fase atual da história, o espectador verá o protagonista no estágio intermediário, dominando novas técnicas e reagindo a ameaças inesperadas com criatividade. Ele passa a utilizar movimentos inéditos como o Disparo-Explosivo, além de demonstrar reflexos apurados e até levitação em momentos críticos.
Evolução da individualidade de Koichi na nova temporada

Os episódios da nova fase vão mostrar o impacto do treinamento com heróis veteranos e os combates contra vilões que forçam Koichi a explorar os limites de seu poder. A habilidade de aderir a paredes e se mover no ar já se torna mais evidente, mas o destaque será o uso estratégico do que ele já possui, e não necessariamente o desbloqueio de novos poderes.
Essa temporada também vai aprofundar as conexões com a história principal, com destaque para o passado de Aizawa, criando paralelos entre os dois protagonistas. O enredo reforça que o crescimento de Koichi está mais ligado ao seu senso de justiça do que à busca por poder.
No arco do Cerco a Naruhata, que deve ser adaptado apenas futuramente, Koichi atinge seu verdadeiro ápice. Ele aprende a voar de forma contínua, repele ataques com o corpo todo e ergue barreiras protetoras. Até lá, o anime constrói esse avanço com lógica e consistência, sem apressar a narrativa.
Em resumo, a segunda temporada de My Hero Academia Vigilantes se concentra em apresentar ameaças inéditas e consolidar a evolução tática e emocional de Koichi, preparando terreno para o despertar completo de sua individualidade em fases futuras da adaptação.
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Jujutsu Kaisen – Terceira temporada ganha vídeo explicativo sobre as regras do Jogo do Exterminio
A terceira temporada de Jujutsu Kaisen entrou oficialmente no arco do Culling Game, e a Crunchyroll divulgou um novo vídeo especial para explicar melhor as complexas regras do torneio criado por Gege Akutami. A nova fase do anime inicia o caminho rumo ao clímax da obra, com Yuji Itadori e os demais feiticeiros enfrentando novos inimigos e aliados em batalhas mortais.
Vídeo detalha o funcionamento do Jogo do Exterminio
Embora o início do arco tenha sido marcado pelo retorno de Yuta Okkotsu em uma estreia com episódios duplos e combates intensos, o segundo episódio freou o ritmo ao apresentar uma longa exposição sobre o funcionamento do Culling Game. A reunião com Tengen revelou que o torneio é parte do plano de Kenjaku, anteriormente conhecido como Noritoshi Kamo, que visa acumular energia amaldiçoada ativando habilidades latentes em humanos comuns.
As regras do Culling Game envolvem muito mais do que apenas derrotar oponentes. Os participantes precisam acumular pontos em áreas específicas e usá-los para alterar as regras do torneio, numa tentativa de encontrar uma saída. Como a complexidade do sistema pode confundir o público, a Crunchyroll lançou um vídeo que resume as regras em poucos minutos, facilitando o entendimento para quem acompanha a história apenas pelo anime.
Próximos passos do Culling Game no anime
Apesar da estrutura do torneio ser considerada por muitos como a parte menos interessante do arco, o anime pode aproveitar a oportunidade para adaptar melhor certos elementos que ficaram vagos no mangá. A grande quantidade de novos personagens e suas habilidades únicas promete elevar o nível das batalhas, com cenas que devem explorar ainda mais o potencial de animação da série.
Além disso, o foco do arco se desloca do excesso de diálogos explicativos para confrontos intensos, o que tende a agradar os fãs. Com os fundamentos do Culling Game já estabelecidos, os próximos episódios devem priorizar a ação, com embates criativos e exibições de poderes imprevisíveis que marcaram a identidade visual e narrativa de Jujutsu Kaisen.
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